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Vereador Julio Mendes lamenta a situação da represa da Usina e lembra que sempre cobrou providências do poder público
"Na região da Usina, temos hoje o parque abandonado, a represa totalmente assoreada em sua parte mais alta (lâmina de água restrita a 20%)"
Foto: Câmara Municipal de Atibaia
O vereador-presidente Julio Mendes afirmou, durante o espaço de Tema Livre na sessão de 3 de março, que historicamente ao longo de vários mandatos, cobrou o poder público sobre a situação da represa da Usina e seu impacto nas enchentes em Atibaia. "Agora, estão utilizando meu nome como se eu fosse responsável por decisões contrárias aos interesses dos moradores atingidos pelas inundações".
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"Na região da Usina, temos hoje o parque abandonado, a represa totalmente assoreada em sua parte mais alta (lâmina de água restrita a 20%). O canal do rio está obstruído, agravando os alagamentos. A comporta é uma tragédia anunciada que, sem soluções urgentes, prejudicará moradores e produtores rurais. Aterros foram aprovados na área de várzea do rio. O que temos hoje de tratamento para esta prioridade? Muito pouco", lamentou o vereador.
"Em 2007, a represa PCH - pequena central hidrelétrica - foi entregue para a iniciativa privada, que nada fez durante dez anos. Era um cartão de visita e hoje está numa situação muito triste. Para termos um pouco de esperança, conversei com o prefeito Daniel, que assumiu o compromisso de iniciar as ações adequadas para o controle de vazão, não apenas no período de chuvas. Acredito que a atual gestão tomará as medidas necessárias", ressaltou Julio Mendes.
"Lembrando que a responsabilidade de abertura e fechamento de comportas é da Defesa Civil, que é quem recebe as informações climáticas e deveria previamente fazer o controle de vazão de água, a fim de evitar alagamentos. Nós, vereadores, não temos autonomia para tomar esse tipo de decisão", concluiu o vereador.