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Vereadora Ana Borghi comentou projeto que busca combater a violência obstétrica
Essa violência é qualquer tratamento ou cuidado indevido dado a gestante, seja na gravidez, no parto ou no puerpério
A vereadora Ana Borghi ocupou a tribuna, em Explicação Pessoal, durante a sessão de 31 de maio, para comentar seu projeto de combate à violência obstétrica, com a participação do grupo Mulheres do Brasil.
A violência obstétrica geralmente é associada a situações que ocorrem durante o parto. É aplicado a qualquer tratamento ou cuidado indevido dado a gestante, seja na gravidez, seja no parto, seja no puerpério. A Tribuna Livre, espaço aberto na sessão, foi sobre a violência obstétrica.
“Estamos abrindo portas. Não devemos permitir que a sujeira fique sob o tapete. Devemos treinar todas as equipes que trabalham com as mães, no sentido de garantir atendimento humanizado à gestante, à parturiente e à mulher em situação de abortamento. Se souberem de algo em posto de saúde ou hospital, denunciem”, convocou a vereadora.
A violência obstétrica envolve os funcionários que assistem as mulheres — seja médico ou enfermeiro. Ou mesmo um familiar que, por causa do estado da gravidez, tenha uma atitude inadequada com essa gestante.
Indicações
A vereadora encaminhou nesta semana uma indicação à Prefeitura pedindo reparos no ponto de ônibus localizado entre a APAE e a Escola Aracy Bueno Conti, na Rua Jurandir da Cunha Lobo, bairro Atibaia Jardim.
“A solicitação faz-se urgente uma vez que o ponto é diariamente utilizado por trabalhadores e alunos, e uma cobertura no local garantiria a sua proteção em dias de chuva ou muito sol”, justificou.
Ana Borghi também indicou o reparo na iluminação pública da pista de skate localizada na Avenida Dr. Joviano Alvim, na Vila Nova Aclimação: “de acordo com usuários, a pista encontra-se há algum tempo sem iluminação, o que atrapalha a prática esportiva no período noturno”.
A parlamentar ainda solicitou ao Poder Executivo a instalação de placa que indique a passagem de animais silvestres na Avenida Jerônimo de Camargo, entre os bairros Jardim dos Pinheiros e Morumbi. “No local existe um grande fluxo de automóveis e não há nenhum tipo de sinalização apropriada indicando a presença desses animais. Consequência: vários deles infelizmente vêm sendo atropelados”, lamentou.
Requerimentos
Na sessão desta semana (31 de maio), a vereadora Ana Borghi apresentou um requerimento solicitando ao Poder Executivo informações sobre a falta do medicamento carbamazepina na Farmácia Básica Municipal de Atibaia.
Carbamazepina é utilizado em tratamentos de epilepsia, convulsões em geral, neuralgia do trigêmeo (nervo responsável pela sensibilidade da face) e distúrbios psiquiátricos, como depressão e bipolaridade. “Portanto, é de suma importância que seja distribuído de maneira regular e gratuitamente”, afirmou Ana Borghi.
No documento a vereadora questiona o motivo da falta do referido medicamento na farmácia municipal e qual a previsão para a regularização de seu fornecimento.