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POSTADO EM 15/09/2023 - 16h22

Campanha DOA ÓRGÃO RECEBE VIDA

A campanha “DOA ÓRGÃO RECEBE VIDA” do Instituto Felicidade visa incentivar a população em suas áreas de influência, nas mídias televisivas, jornalísticas e sociais, buscando abranger o maior número de pessoas para minimizar o quadro atual.

O “Dia Nacional da Doação de Órgãos”, celebrado anualmente em 27 de
setembro, busca a ampliação da discussão do tema nos últimos anos, trata-se
ainda de um assunto polêmico e de difícil entendimento, resultando em um alto
índice de recusa familiar. Um estudo da Universidade Federal de São Paulo
(Unifesp) identificou três motivos principais para essa alta taxa de recusa, que
não ocorre só no Brasil a incompreensão da morte encefálica pelos familiares
que não permitem a doação, a falta de preparo da equipe médica para fazer a
comunicação sobre a morte e questões religiosas.
A crise sanitária causou aumento nas contraindicações médicas de doação e
represamento de procedimentos, além de ampliar as mortes de pacientes em
lista de espera. Mesmo com o aparente arrefecimento da pandemia, os dados
do primeiro trimestre não são animadores, na visão de especialistas. Presidente
da Abto, Gustavo Ferreira destaca que a pandemia desestruturou o programa de
transplante no Brasil, ao provocar impacto negativo no número de procedimentos
e de doações, que vinham em alta. A queda se deu, explica Ferreira, por dois
motivos principais: insegurança de movimentar um paciente debilitado e expô-lo
ao vírus e por causa da pressão no sistema de saúde, que paralisou alguns
centros de transplante e reduziu a ação de outros. Em 2020, o Ministério da
Saúde recomendou “contraindicação absoluta” para doação de órgãos e tecidos
em caso de doador com teste positivo, por exemplo. A taxa de contraindicação
passou de 15% em 2019, para 23% em 2021, reduzindo a efetivação das
doações. A mortalidade em fila também progrediu.
Pelo menos nove pacientes morreram por dia à espera de transplante no primeiro
trimestre deste ano, segundo relatório da Associação Brasileira de Transplante
de Órgãos (Abto), enquanto isso, a lista ativa de pacientes adultos e pediátricos
em espera ultrapassou os 50 mil. Foi um crescimento de 30,45% desde o início
da pandemia de covid-19.
Foram mais de 4,2 mil mortes em 2021, número que foi de 2,5 mil em 2019. Isso
tem forte ligação com a contaminação por covid. “São pacientes mais
vulneráveis”, destaca Ferreira. Mais de 71% eram pacientes à espera de
transplante renal, que precisam fazer hemodiálise ao menos três vezes na
semana. O ano passado foi um dos piores para a atividade, especialmente o
primeiro trimestre. Em números absolutos, os três meses iniciais de 2022 foram
um pouco melhores. A taxa de efetivação de doação passou de 26,2% no fim de
2021 para 24,3% no primeiro trimestre deste ano.

INSTITUTO BRASILEIRO ARTE E TERAPIA E FELICIDADE

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Pela primeira vez desde 1998, a fila de transplante de órgãos no Brasil passa de
50 mil pessoas. O dado é da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. E
a maioria espera por um rim: 29.690 pacientes. Depois vem córnea, fígado,
coração e pulmão. O levantamento é feito desde 1998. Os médicos dizem que a
fila aumentou por causa da pandemia.
A campanha “DOA ÓRGÃO RECEBE VIDA” busca informar, incentivar e
minimizar a queda de doações. Este teremos palestras no dia 20 de setembro
no Hospital Albert Sabin, Atibaia e nos dias 25 e 27 de setembro no Hospital das
Clínicas em São Paulo. As palestras serão realizadas por médicos especialistas
como a Dra. Francine Lemos, médica do Serviço de Transplante Renal do
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). A
campanha conta ainda com apoio de vários artistas e personalidades que
vestirão a camiseta da campanha e irão gravar vídeos. Devido ao impacto e
importância para a população de São Paulo o Metrô é parceiro pelo terceiro ano
consecutivo colaborando com a fixação dos cartazes da campanha em todas as
estações.
O Instituto Brasileiro Arte Terapia e Felicidade é uma Organização da Sociedade
Civil sem fins lucrativos com Responsabilidade Técnica e de abrangência nas
Áreas de Humanização em Saúde, Assistência Social e Cultura, com objetivos
dedicados a encontrar soluções para problemas, difundir conhecimento, apoiar
e desenvolver ações, tecnologias, projetos, processos e métodos visando elevar
a qualidade de vida do ser humano. Atualmente o Instituto Felicidade em sua
área de Humanização em Saúde atende pacientes de hemodiálise, deficientes,
idosos e suas famílias.
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